Inaugurada em 2010, a Zipper Galeria estabeleceu-se inicialmente com foco na produção de artistas emergentes da cena brasileira e latino-americana, propondo uma abertura aos novos discursos da arte contemporânea. Assinado pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum, o projeto arquitetônico foi pensado para criar um ambiente acolhedor, aproximando-se de seu publico. As mostras são frequentemente organizadas por curadores convidados, que costumam participar de encontros e conversas abertos ao público.


Nos últimos anos, diversos nomes da cena contemporânea foram lançados também em programas como Zip’Up, projeto criado em 2011, e o Salão dos Artistas sem Galeria, realizado na Zipper desde 2012 – ambos voltados a artistas ainda não inseridos no circuito comercial de São Paulo. Outra missão da galeria é a formação de um novo público, tanto de jovens colecionadores como de pessoas interessadas no mundo da arte.


Recentemente, a Zipper passou também a olhar para a produção experimental em novos meios dos anos 1980 e 1990, nomes que influenciaram uma produção mais recente no cenário brasileiro e latino-americano, entre eles a argentina Graciela Sacco e o brasileiro Mario Ramiro, integrados ao time da galeria.


A Zipper foi idealizada por Fabio Cimino, que começou sua carreira no mercado da arte brasileira em 1983 trabalhando com a galerista Raquel Arnaud, atuando desde então com art advisor e marchand. Foi o fundador da galeria Brito Cimino, que funcionou entre 1997 e 2008, responsável por lançar e consolidar diversos nomes da arte moderna e contemporânea na cena internacional. Desde 2012, a Zipper é comandada também por Lucas Cimino, que participou também da concepção do projeto inicial da galeria.